Da janela da frente, a vizinha via-a chorar! Perante as lágrimas que caiam, copiosamente, imaginou um coração destroçado. Terá uma paixão megalómana colapsado, abruptamente, como um baralho de cartas de amor? ... Da janela da frente, a vizinha via-a chorar... e chorava, tão só, por culpa da maldita cebola que a muito custo picava para o refogado das almôndegas que havia de servir ao jantar (sic).